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10/05/2020 Dia das Mães: maternidade e trabalho remoto

Hoje (10/05), é Dia das Mães e desejamos, mesmo que de longe, uma celebração especial. Com a pandemia do novo coronavírus, essa data, com certeza, adquire um tom diferente. Devido ao distanciamento social e às medidas de prevenção, grande parte das famílias não poderá se reunir, como de costume, nos tradicionais almoços. 

Por outro lado, nesse contexto, muitas mulheres têm enfrentado uma situação, no mínimo, desafiadora: conciliar o trabalho remoto e a rotina de cuidados com os filhos, que também estão em casa em tempo integral, já que as aulas estão suspensas.

Na CGT Eletrosul, diversas profissionais mães estão atuando em regime de teletrabalho, adaptando-se a essa realidade transitória e desdobrando-se para manter a excelência nas atividades laborais e, ao mesmo tempo, dar atenção aos filhos.

Para conhecer mais sobre as rotinas dessas mães, conversamos com algumas delas sobre como estão vivenciando essa experiência. Confira os depoimentos de profissionais da CGT Eletrosul.

Aline Ribeiro Souza, da Regional de Manutenção do Mato Grosso do Sul, é engenheira de manutenção de sistemas e mãe da Norma Alice (5 anos) e da Gabriela (1 ano).

“O desafio é muito grande, pois é difícil conseguir manter o entendimento de que, mesmo estando em casa, não estou disponível o tempo todo para minhas filhas. Além disso, é uma experiência nova, em função da mistura de atribuições sendo realizadas em um mesmo local, exercendo os papéis de mãe, dona de casa, esposa e profissional. Ainda bem que divido com meu marido, que também se encontra em trabalho remoto, as tarefas domésticas e os cuidados com nossas filhas.”

Juliane Scorobohatei Fabiane, da DVSS, em Pinhão (PR), é técnica de segurança do trabalho e mãe da Mariana (8 anos) e do Nicolas (10 anos).

“Tenho buscado um equilíbrio entre as atividades desempenhadas em home office, a atenção necessária aos filhos e, ainda, toda a demanda que tem vindo com as atividades escolares. Para eles, também tem sido um momento de perceber e entender que todos estamos em casa, mas com tarefas a cumprir, tanto eu, como profissional, quanto eles, enquanto alunos. Temos experimentado um convívio familiar com mais unidade e maior participação de todos na organização da casa e das atividades, e isso tem sido bem positivo. Procuro dar exemplo do comprometimento que devemos ter em relação às nossas responsabilidades e sei que isso se reverterá em valores importantes para a formação deles. Temos vivido um momento de adaptações que exige que nos reinventemos, seja como profissionais, seja como mães.”

Eveline Cechet Marcolin, de Xanxerê (SC), é assistente administrativa e mãe do Nicolas (5 anos) e Vicente (1 ano).

“O trabalho remoto, em si, é muito legal e traz um leque de possibilidades incríveis. Agora, o combo “trabalho remoto + Covid-19” é muito desafiador. Tenho um filho de cinco anos e outro com um ano e 10 meses, então, temos que conciliar o trabalho com aulas para o mais velho e atenção para o mais novinho. O Nicolas, de cinco anos, entende quando falo ‘Filho, mamãe tem que trabalhar’. Então, nesse caso, é mais prático deixá-lo fazendo alguma atividade. Já o pequeno, Vicente, ainda não tem essa percepção. Com o distanciamento social (e o estamos seguindo muito à risca), toda a alimentação e serviços domésticos se somam à rotina do dia a dia. Vamos enfrentando o desafio, agradecendo pela possibilidade de trabalhar de casa nesse momento tão difícil e cuidando de nossa saúde e dos outros, porque uma hora isso vai passar.”

Glória Maria Albuquerque Martins Berlitz, de Gravataí (RS), é assistente social e mãe de Carolina (9 anos), Guilherme (7 anos) e Gustavo (13 anos).

“Tem sido uma experiência diferente. Um momento único não só para a sociedade como um todo, mas para as famílias, mães trabalhadoras, que, além das atividades laborais, têm desempenhado um papel bem mais ativo na educação direta dos filhos, por exemplo. Percebo que o distanciamento social realmente foi uma medida acertada, porque estamos protegendo a nós e aos outros. Fico feliz que a empresa tenha possibilitado o trabalho remoto. Estou trabalhando em home office com uma dinâmica diária diferente. Não é fácil, mas é uma questão de entender e se adaptar da melhor forma possível. Na minha família, estamos buscando ser empáticos e compreensivos com o outro, pois temos que zelar pelo bem-estar de todos e preservar a saúde mental frente a tudo isso.”


Assessoria de Imprensa | CGT Eletrosul

(48) 3231-7588 | imprensa@cgteletrosul.gov.br

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