Subestação

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20/05/2021 Contingência ambiental para subestações e hidrelétricas

Na série de apresentação de nossos trabalhos selecionados para a etapa nacional do 1º Prêmio de Inovação das Empresas Eletrobras, abordamos a solução intitulada “Planos de contingência ambiental para subestações e usinas hidrelétricas da CGT Eletrosul”, aprovada na categoria Socioambiental.

O projeto é de autoria de um grupo de 12 profissionais de diferentes equipes das áreas de Operação e de Engenharia, sendo um dos titulares Alessandro Viveiros Gomes, técnico de engenharia de manutenção da Divisão de Coordenação Técnica da Manutenção da CGT Eletrosul.

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O objetivo da iniciativa foi criar um processo para prestar a primeira assistência em caso de vazamento de óleo em subestações e hidrelétricas sob concessão da empresa, que possui mais de quatro milhões de litros de óleo mineral isolante em seus empreendimentos. Este procedimento envolve as áreas de Manutenção, Operação e Ambiental.

Tendo em vista a especificidade das atividades de transmissão e geração, foram definidos dois grupos de atuação. Para composição, desenvolvimento e fundamentação técnico-científica dos planos, foram necessários estudos especializados que embasam a inovação deste processo – um deles é a modelagem matemática criada na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), através de convênio firmado com a CGT Eletrosul, para determinar a velocidade de migração do óleo mineral isolante em solos argilosos e o tempo de resposta, considerando 17 subestações de 525 kV da companhia.

Dessa forma, foi elaborada metodologia de análise de riscos e foram estabelecidos os critérios para um dimensionamento adequado dos protocolos de atendimento – severidade (volume de óleo) e criticidade (contenção do óleo), para hidrelétricas; e quantidade derramada, área atingida, nível do lençol freático e caracterização do entorno, para subestações.

Resultados

As inspeções realizadas para o trabalho geraram relatórios técnicos, novas plantas de drenagem pluvial e oleosa para as unidades, croquis socioambientais das instalações, orientações aos responsáveis locais sobre riscos iminentes e conhecimento sobre o comportamento dos sistemas de drenagem em caso de emergência ambiental. 

A partir da implantação dos planos, foram identificadas oportunidades de adequação e melhoria nos empreendimentos (várias delas já executadas) e houve redução do risco associado ao derrame de óleo, o que contribui para a segurança da imagem da empresa perante órgãos fiscalizadores e a opinião pública. 

As ações têm garantido a eficiência dos controles ambientais, diminuindo perdas financeiras por multas e gastos com serviços de remediação. Em resumo, o processo desenvolvido criou subsídios para restringir e eliminar vazamentos de óleo para o entorno das instalações através da detecção de inconsistências nos sistemas de proteção ambiental e da definição de protocolos.

Os planos foram aprovados e aguardam publicação nos manuais internos da companhia. Os materiais necessários para as atividades foram adquiridos e distribuídos para todas as unidades da CGT Eletrosul. Além disso, todos os ativos da empresa passarão por inspeção de seus sistemas de drenagem oleosa e pluvial, seguindo um cronograma de dois anos para usinas e de quatro anos para subestações. A equipe responsável segue atuando em ocorrências, avaliando a efetividade desta iniciativa e buscando minimizar consequências.


Assessoria de Imprensa | CGT Eletrosul

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